Locais a Visitar

 

Antigo Posto da Guarda Fiscal de Malcata, projectado pelo Arquiteto Carlos Ramos (1897-1969). Foi inaugurado a 26 de Maio de 1957 e extinto a 19 de Agosto de 1988. O edifício foi construído para a Guarda Fiscal (1885-1993) cuja instituição, já extinta, tinha como objectivos evitar, descobrir e reprimir o contrabando. Na fachada observa-se o escudo português encimado pela estrela de dezasseis pontas - elemento próprio das Armas da Guarda Fiscal - com as iniciais GF - Guarda Fiscal.

 

 

A primitiva Capela de São Domingos foi edificada no século XVII e é referida em documentos do século XVIII como estando demolida. A tradição local dedica-lhe particular atenção no dia de Pentecostes, levando o povo de Malcata a deslocar-se aqui em romaria. Esta manifestação religiosa tem a sua origem na romaria à Capela do Espírito Santo, em Quadrazais, onde em tempos, os Malcatenhos se deslocavam e faziam votos contra as guerras e as pragas dos gafanhotos.

 

 

A Igreja Paroquial de Malcata, erigida sob a invocação de São Barnabé, foi edificada no século XVII e remodelada no século XX. No interior, podem observar-se retábulos de talha e, entre outras, as imagens da Virgem do Rosário e de São Domingos, ambas do século XVII. A de São Domingos é proveniente da Igreja com a mesma invocação. Na Capela-Mor preservaram-se fragmentos de pinturas murais, com motivos florais, de provável execução oitocentista. A calçada, junto ao portal principal, foi primorosamente, tratada com motivos geométricos utilizando-se o xisto e seixo da região.

 

 

Moinho de roda motriz horizontal – moinho de rodízio. A água sob pressão é projetada sobre as três rodas de penas (originalmente de madeira), fazendo-as girar, e com elas, diretamente, os veios, as segurelhas e as mós andadeiras. Em memória aos moinhos que existiram em Malcata este foi construído com xisto e granito oriundos dos originais.

 

 

Rua da Ladeirinha calcetada com xisto. As casas foram construídas em xisto, barro e granito da região. Em tempos tinham dois andares: a loja para os animais e o primeiro andar para habitação. O acesso ao primeiro andar faz-se através de uma escaleira (escada) encimada por um balcão. As casas são adossadas umas às outras, têm poucas aberturas do lado da Serra de Malcata e formam um beco. Este tipo de ordenamento visava criar um pequeno logradouro quer para o acondicionamento de animais e alfaias agrícolas quer para a defesa de vários perigos.

 

 

Torre construída em 1959 para colocação do relógio público. As horas certas e as meias horas são assinaladas pelas badaladas do sino.

 

 

Fonte de granito decorada com a inicial de Malcata (?) e com o ano de realização (1937). Duas bicas debitam, continuamente, para um tanque, água de nascente. Contíguos e articulados com a fonte existem três tanques para onde é drenada a água. Servem situações de incêndio, de bebedouro de animais e rega.

 

 

Nora, em tempos utilizada para tirar a água dos poços. Bois ou burros caminhavam à volta do engenho, fazendo-o girar em movimentos descendente e ascendente. Os alcatruzes (copos) transportavam a água do fundo do poço até à superfície.

 

 

Forno comunitário - A estrutura primitiva do forno foi construída com tijolo burro (interior) e granito (exterior). A boca do forno tem duas pedras de cantaria que assentam sobre a bancada, com reservatório de cinzas. Recentemente, o edifício foi remodelado. Mantém a actividade inicial e numa das áreas são apresentados objectos ligados ao ciclo do pão.

 

 

Calvário realizado por Eugénio Macedo em 2011 para simbolizar o antigo ponto de encontro dos homens que durante todos os dias da Quaresma rezavam e cantavam pela alma dos mortos. Os martírios, as ladainhas quaresmais e a encomendação das almas são importantes rituais religiosos que eram realizados no Calvário aqui localizado e do qual, ainda, existe uma pedra epigrafada onde se lê: “JESUS 1747”.

 

 

Fonte de mergulho ou de chafurdo provavelmente realizada no século XVIII/XIX (?): a água da fonte é captada no solo ou recolhida da chuva, numa estrutura coberta, com uma abertura em arco, através da qual as pessoas mergulhavam as vasilhas na água (daí a designação de fonte de mergulho), transportando depois o líquido para o consumo doméstico. A partir da fonte, a água é canalizada para um tanque, onde corre de uma bica de granito. Este possui, sob a bica, uma pedra que servia para pousar o cântaro. Deste tanque a água é canalizada para um outro, que servia de bebedouro para os animais.

1 - Fonte de mergulho ou de chafurdo

2 - Tanque 1 - de uso doméstico

3 - Bica de granito

4 - Pedra de apoio para os cântaros

5 - Tanque 2 - bebedouro para animais

 

 

Login Form

Procurar

Farmácias de Serviço

7 Maravilhas de Portugal

Meteorologia